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 Política

  14/10/2009
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Lula orquestra troca na Vale

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comanda, nos bastidores, uma ofensiva para desestabilizar o executivo Roger Agnelli na presidência da Vale, a maior empresa privada do Brasil. Como mostra reportagem do GLOBO, publicada nesta quarta-feira, nos últimos 15 dias, o presidente deu sinal verde aos fundos de pensão estatais sócios da mineradora e à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para publicamente cobrar e criticar a gestão da empresa. Desde a privatização, em 97, o valor de mercado da Vale passou de US$ 8 bilhões para US$ 125 bilhões, e o total de empregados, de 10 mil para 60 mil.

Lula orquestra troca na ValeA estratégia foi reforçada com a adesão cuidadosamente pensada do empresário Eike Batista. Estimulado por Lula, o dono do grupo EBX deu entrevistas contundentes no fim de semana atacando as escolhas de Agnelli - que, na terça-feira, viajou às pressas a Brasília para tentar uma audiência com Lula, que lhe foi negada. O Palácio do Planalto alegou que a agenda do presidente da República estava lotada.

No núcleo do governo, a percepção é que Agnelli ficou muito preocupado com as investidas de Eike. A avaliação reservada é que isto é positivo, pois, mesmo que não resulte na saída de Agnelli, pressiona o atual comando da Vale a retomar uma atuação mais afinada com os objetivos da União. Por isso, não existe articulação oficial ainda sobre nomes para substituir o executivo.

Desde o início do ano, quando a companhia foi fortemente afetada pela retração da economia mundial, Lula questionou a estratégia da Vale para escapar da crise. A demissão de cerca de quatro mil funcionários sem comunicação prévia ao governo, em fevereiro, foi a primeira fonte de descontentamento . A segunda foi o pé no freio em investimentos domésticos de longo prazo , como o Pólo Siderúrgico de Marabá, avaliado em US$ 5 bilhões. A gota d'água foi a campanha publicitária levada ao ar recentemente pela Vale, na qual destaca seu papel como empregadora e investidora no Brasil. A propaganda foi tida como "bate-boca público" com Lula.

Em maio, pouco antes de deixar a Turquia de volta para o Brasil, Lula criticou os cortes de investimentos previstos pela mineradora Vale .

Eike é o porta-voz que Lula precisava
O presidente encontrou em Eike Batista o porta-voz de que precisava. Lula o considera um empresário extremamente agressivo, ousado e realizador, e ficou impressionado com a ação de Eike para trazer as Olimpíadas ao Rio, tendo investido do próprio capital R$ 23 milhões. O presidente gosta do discurso de Eike de "acreditar no Brasil" e de seu estilo de trabalhar em parceria com o poder público.

  Autor:    Thatcher


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