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Desde: 07/08/2009      Publicadas: 239      Atualização: 21/05/2010

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  07/08/2009
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Sarney clama por privacidade...

... e cita os direitos individuais

Sarney clama  por  privacidade...
Autor(es): JOSÉ SARNEY
Folha de S. Paulo - 31/07/2009


A TEORIZAÇÃO da arte da política começa com Aristóteles. Ele foi o primeiro a querer saber tudo sobre o seu tempo e como os homens faziam para gerir essa máquina do tempo. Baixinho e careca, não lhe faltava senso de humor. Contam que lhe indagaram por que gostava de belas mulheres, e ele respondeu que só um cego lhe indagaria isso.

Mas larguemos as mulheres e voltemos à política, a arte de harmonizar conflitos, já que é mais esta do que ciência. Hitler tinha horror à política. Na tentativa de evitar a Guerra Mundial, um seu general disse que era chegada a hora da política e ele respondeu: "abomino a política". O ser autoritário é sempre amargurado com a política: o move a força como solução e, para alcançá-la, veste-se do ressentimento, da inveja, do puritanismo, como uma máscara para esconder a hipocrisia.
O conde Afonso Celso, que escreveu um livro delicioso sobre os anos que passou no Congresso, conta que dois grupos eram constantes em cada legislatura, embora mudassem os seus integrantes: os que viviam à custa da honra da Casa e os que faziam política à custa da honra dos colegas. Em geral, eram sepulcros caiados.

Foi Lênin quem aplicou como método as leis da guerra à política. Ele não a via como um instrumento democrático para a conquista do poder, mas como uma disputa cuja finalidade não era o jogo das ideias, e sim, como na guerra, uma luta entre inimigos não para vencer o adversário, mas exterminá-lo -e nisso toda crueldade devia ser usada. Daí o pensamento dele tão divulgado de que os fins justificam os meios. Quem lê os seus textos sobre o uso do terror fica arrepiado, porque seus exemplos são buscados nos piores momentos do terror da Revolução Francesa, em 1793/94.
Hoje, com a sociedade de comunicação, os princípios da guerra aplicados à política são mais devastadores do que a guilhotina da praça da Concorde. O adversário deve ser morto pela tortura moral disseminada numa máquina de repetição e propagação, qualquer que seja o método do vale-tudo, desde o insulto, a calúnia, até a invenção falsificada de provas.

Como julgar uma democracia em que não se tem lei de responsabilidade da mídia nem direito de resposta, diante desse tsunami avassalador da internet e enquanto a Justiça anda a passos de cágado? Como ficam os direitos individuais, a proteção à privacidade, o respeito pela pessoa humana?
Há alguns anos discutimos esses temas numa Conferência das Nações Unidas em Bilbao. Conclusão: saímos todos certos de que acabou a privacidade e os direitos individuais estão condenados a serem dinossauros de letras nas Constituições.


RESPOSTA AO "NOBILÍSSIMO" SENADOR:


Pelo menos, Sarney sabe escrever.

Ele fala em "privacidade" sendo que optou, há muito tempo, em ser um homem público. É o mesmo caso do artista que opta em aparecer na mídia e depois se irrita com o assédio dos fãs.

Nada, mas NADA do que foi/seria divulgado sobre seus atos imorais e corruptos tem a ver com a privacidade do José Sarney avô, pai, marido, quiçá, amante, mas do José Sarney senador e esse deve satisfação ao público.

Agora dramatiza e fala em direitos individuais e ignora o fato de ter passado por cima dos mesmos direitos de cada cidadão brasileiro que paga seu salário de senador, a quem deve explicações, como o direito à informação e à imprensa, como rege a Declaração dos Direitos de qualquer Constituição Federal republicana e democrática.

Mais hipócrita ainda é esse senhor citar uma eventual "lei de responsabilidade de imprensa", já que foi tão irresponsável enquanto presidente que "doou" concessões de rádio e TV a seus "colegas" de bando. Também é hipócrita citar os direitos individuais e almejar uma lei que tolhe tais direitos do indivíduo, já que a Declaração dos Direitos lhe garante direito de resposta. Contraditório.

Mais uma tentativa de calar a imprensa " e conseguiu.
Dá para entender por que Sarney mudou de idéia acerca da entrada de Chávez no MERCOSUL. Pra quem era veementemente contra, está aí o porquê.
  Autor:   Alexandre (São Black da Direita Golpista)


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